29-12-2017 | Dermo-conselheiro | Conselhos Smart Aging

O movimento slow e a cosmética

Atualmente, o ser humano vive, de uma forma geral, numa corrida de obstáculos. Deve controlar cada segundo do dia a dia para conseguir fazer tudo o que se exige. Existe um enorme afastamento do meio natural e do fluir do tempo, tranquilo e ligado às estações. As cidades transformam-se numa corrida em contrarrelógio, na qual se considera um fracasso não ser mais rápido e não tentar sempre melhorar essa marca. A pressa é o motor das nossas ações e envolve a nossa vida acelerando-a, economizando cada segundo e prestando culto à velocidade, a única coisa que parece importar para sermos melhores. 

O movimento slow é uma filosofia que se centra no facto de as pessoas viverem sem as pressas características da sociedade atual. Viver de forma calma, sem correr e sem pretender fazer demasiadas coisas. Assim, as pequenas rotinas do dia a dia transformam-se em atividades plenas, uma vez que nos centramos em cada passo e não só na meta. O movimento slow pretende que comecemos a desfrutar do caminho, sem atribuir tanta importância ao destino, adaptando-nos ao ritmo de cada atividade sem acelerarmos. 

O que é a cosmética slow? 

A cosmética slow busca a beleza natural e autêntica, sem que seja forçada. Deve sair do nosso interior. Cuidar de nós mesmos e escolher os tratamentos mais adaptados às nossas necessidades individuais. Se seguimos este movimento slow, iremos tratar-nos conscientemente, desfrutando de cada passo do processo e transformando-o num hábito natural. Assim, cuidamo-nos diariamente e transformaremos isso numa rotina indispensável do nosso dia a dia. Ainda que haja dias em que mal temos tempo, transformá-lo num hábito irá permitir que realizemos a nossa rotina de beleza naturalmente. 

O objetivo da cosmética slow é incitar os consumidores a tornarem-se mais curiosos e críticos relativamente à composição dos produtos que se aplicam todos os dias no rosto. Deixar a cosmética tradicional e optar pela cosmética slow é algo que devemos realizar calmamente e sem precipitações. Em primeiro lugar, informe-se sobre os ingredientes que contêm os produtos que utiliza habitualmente, já que o objetivo é apostar em produtos que respeitem tanto a nossa pele como o meio-ambiente. 

Julien Kaibeck, especialista em cosmética slow, sabe quais são os três pilares desta nova forma de cuidar de si: 

  • Uma cosmética inteligente que responda às necessidades reais da pele e que proporcione ingredientes naturais e não ingredientes inativos, como silicones. 
  • Uma cosmética que aposte no senso comum e que não prometa o impossível. 
  • Uma cosmética que convide a cuidar de si sem recorrer a aromas sintéticos, artifícios nem à promessa de uma pele eternamente jovem. 

autor
Dermo-conselheiroEspecialista em cuidados com a pele

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